sábado, 6 de março de 2010

O CONTINENTE MUITO BOM ESSE ARTIGO

Os continentes que hoje conhecemos nunca tiveram os aspectos e costas atuais, e mais, nem sempre estiveram acima da superfície das águas como hoje estão.
As forças naturais, o vento, a chuva, as forças internas do planeta, o próprio luar, estão em constante luta contra as regiões terrestres que lhe oferecem resistência. Estão sempre mudando a fisionomia do planeta.
Nas tradições humanas, nos velhos manuscritos, nas esculturas e velhas inscrições, encontramos referências sobre terras, ilhas e mesmo continentes inteiros, que desapareceram sob as águas e, entre estas milenares tradições, encontramos uma que fala de um fabuloso continente, com uma extraordinária civilização, denominado por uns de AZTLAN, por outros de ATLÂNTIDA. De todas as tradições deixadas, a que segue é a mais detalhada, ou seja: "Todo o país era cortado de magníficas estradas.
A água era levada às cidades por anelo e gigantescos aquedutos, cavavam-se túneis sob as águas, sob as montanhas; erguiam-se pirâmides colossais; construíam-se palácios magníficos; tudo era de tal maneira formidável, que a arte egípcia é como que uma miniatura da arte atlante em todas as suas manifestações.
Nos Templos funcionavam observatórios meteorológicos, astronômicos etc.. As estátuas atingiam alto grau de perfeição e a pintura de cores vivas e sem perspectiva servia somente para decorações. As casas eram rodeadas de jardins. As ruas calçadas de lajes. As terras eram cortadas por canais de irrigação e navegação; os portos cavados ou melhorados artificialmente. Tinham grandes navios e navegavam com a bússola.
Empregavam a pólvora e outros explosivos mais violentos para o progresso. Os abastados viajavam em ricos barcos aéreos movimentados pelo misterioso "vril", os pobres e os escravos em carros puxados por leões e leopardos. Havia máquinas aéreas de metal e de madeira capazes de transportar 80 a 100 homens. Sua indústria era próspera. Exploravam minas.
Traziam o cobre do Canadá, o ouro e a prata do Peru, quando não os fabricavam quimicamente. Conheciam um metal denominado "Orichalco" que não se sabe se era produto da terra ou o resultado de transmutação, e que, com eles desapareceu. Metalúrgicos notáveis fabricavam toda a casta de objetos de bronze que vendiam aos povos bárbaros (nós) ainda na idade da pedra polida.
A sua Capital era CERNÊ, a cidade das portas de Ouro, que ficava ao pé da alta montanha de 3 cumes que se avistava de muito longe no Mar. Foi isso que deu origem ao símbolo do tridente netuniano, gravado nas mais antigas moedas do mundo.
O Egito, o México e o Peru, colônias dos Atlantes, revelam que a sua civilização era admirável. Seus sábios haviam condensado em tábuas famosas, a ciência e a moral mais elevadas. Acreditavam num Deus Superior que se manifestava nas forças na natureza e se revelava pela linguagem dos astros. Sua Religião era, ao mesmo tempo, filosófica e científica.
Ao povo se deixavam as formas rudimentares dessa Religião que, na essência, só os iniciados conheciam. Os templos eram dedicados ao Sol, instrumento vital do grande Todo. A arquitetura era ciclópica e as danças rituais comemoravam os signos do Zodíaco, bem como as cerimônias litúrgicas representavam os mistérios do céu.
Os atlantes criam na imortalidade da Alma e mumificavam os mortos. Acreditavam na reencarnação; mas o culto dos antepassados só lhes foi trazido pelos brancos hiperbólicos. Conheciam a Astrologia e a praticavam. Consubstanciavam nos astros as forças naturais e todo o seu ensino era oral, sob a fiscalização do Colégio dos Iniciados. ...e tal civilização era mais adiantada que a nossa de hoje, moralmente e mesmo materialmente.
Sua decadência proveio do desequilíbrio entre a evolução moral e a material. O orgulho do poder e da ciência gerou o egoísmo e a opressão. O luxo engendrou a sede das riquezas. Os freios morais relaxaram-se e os apetites à solta, de braços com a magia negra, trouxeram a idade da besta. Reinaram os instintos.
Devassidão e barbárie dominaram a sociedade. A anarquia instalou-se. E o dilúvio e os cataclismos, lançados pelos Deuses irritados, pouco a pouco foram destruindo aquele grande Império, até que, 9.564 anos AC, soçobrou na mais pavorosa catástrofe."
Este relato é digno de respeito, pois existem inúmeras provas CIENTÍFICAS E ATUAIS de que uma grande catástrofe ocorreu EXATAMENTE no lugar em que as tradições colocam o continente da Atlântida.

Daremos apenas a que o Dr. Richard Chavering tornou pública, como seja:
"Que um grande movimento ocorreu no fundo do Atlântico e ainda ESTÁ OCORRENDO ninguém pode duvidar. Em agosto de 1923 foi enviada uma embarcação para procurar um cabo perdido que tinha sido colocado há 25 anos. Sondagens efetuadas no lugar exato revelam que o fundo do Oceano se ERGUERA 4000 METROS durante aquele curto prazo de tempo."
Como vemos, esta região do Atlântico, entre a América e a Europa, não está calma nem segura. Assim, como em 25 anos, ou num só dia deste período, o fundo SUBIU 4.000 METROS, muito bem poderia descer (que é mais fácil) 3 mil e poucos metros na época da velha Atlântida.
Hoje é assinalado o local daquele adiantadíssimo e vasto Império pelas ilhas dos Açores, Canárias e outras que as cercam. "
Organização de José Cavalcante
O Arquivista, ano 5, n. 49, 1998
http://www.caminhosdeluz.org/

ALGO ESPECIAL..AMIZADE

Venho ensaiando escrever sobre a amizade há pelo menos vinte anos, sem coragem de dar seguimento. Percebi que se trata da mais bem-sucedida forma de interação entre as pessoas, de uma fonte de prazeres e alegrias enorme e geradora de tensões e elementos negativos mínimos.

A primeira questão – e, talvez, a mais importante – está relacionada à seguinte dúvida: seria a amizade uma versão adulta e sofisticada do amor, ou um fenômeno inteiramente diferente?

Como regra, achamos interessantes aquelas pessoas que desenvolvem maneiras de ser e de racionar sobre todos os assuntos similares às nossas em muitos aspectos. Não só achamos graça como nos sentimos muito próximos delas. Aqui, a sensação de integração não se origina de um processo físico, como acontece no amor – ou mesmo na integração com a pátria ou com o universo. Ela deriva de uma intimidade intelectual, de afinidades na maneira de pensar e de sentir a vida.

Nas amizades, a ponte que permite que duas criaturas individuais e solitárias se sintam integradas surge graças à facilidade com que elas se comunicam. É extraordinário o prazer que sentimos quando temos a impressão de que aquilo que o outro está entendendo corresponde exatamente ao que estamos dizendo. Temos a impressão de não estarmos sós neste mundo. O prazer que experimentamos ao conversar com nossos amigos – definidos assim de modo rigoroso, sem nada a ver com os diversos conhecidos que temos – é enorme; não raramente maior do que o que sentimos ao conversar com nossos parentes e com o nosso objeto de amor que, como disse, corresponde a uma escolha mais relacionada com outros processos.

Como as amizades referem-se a processos essencialmente adultos, não são contaminadas, a não ser de modo muito superficial, pelas penosas emoções possessivas e ciumentas. Podemos ter mais de um amigo íntimo. Gostar de um não significa deixar de gostar do outro. O respeito pelos direitos individuais e pelo modo de ser do amigo é a tônica. A inveja, quando existe, está sob controle, pois, mais do que tudo, queremos que nossos amigos prosperem; não tememos que isso nos afaste deles, como costuma acontecer nas relações amorosas, em que o progresso do amado é sempre uma enorme ameaça à estabilidade da relação.
Já escutei e li tantas coisas sobre o que é um amigo...
E hoje parei pra pensar...
Será que sou seu amigo como penso ser?
Às vezes dentro da gente existe a certeza do que a gente seria capaz de fazer por alguém que a gente gosta
Mas será que esse alguém sabe realmente disso?
Será que você sabe até onde pode confiar em mim e o tudo que eu seria capaz de fazer se fosse preciso?
Algumas vezes demora um pouquinho até se descobrir que determinada pessoa é única, mas quando se percebe isso... A gente corre pra junto dela...
Pra contar alguma coisa muito boa que se viu ou o que a gente ta sentindo...
Para rir junto do que se achou engraçado, e quando se está triste é junto dessa pessoa que se quer ficar apenas por segurança.
Pra se sentir querido...
Pra se ter certeza que alguém gosta mesmo da gente.
E mesmo calado, quietinho.
O coração da gente diz baixinho...
Obrigado por ser meu amigo!

Gosto de você com todas as diferenças que temos...
Respeito sua visão de mundo, mesmo não sendo a minha...
Fico feliz ao perceber sua alegria...
Preocupo-me, quando sinto que não está bem...
Estou do seu lado para o que DER e VIER...
Sorrindo... Chorando...
Concordando ou não...
Seja lá como for...
Saiba que: VOCÊ NÃO ESTARÁ SÓ!
Jamais estará!

sexta-feira, 5 de março de 2010

Os Valores Humanos e a Construção da Paz


“Não existe caminho para a paz, a paz é o caminho”.
Mahatma Gandhi
A paz é um valor universal, é também um anseio humano compartilhado por todas as raças, culturas, filosofias  e religiões do mundo. A construção de uma cultura de paz deriva, em ultima estância, da qualidade da nossa relação com nossa interioridade, e isso se reflete na maneira de nos relacionarmos com os demais, além de definir nossas escolhas na vida. 
Qual a importância de estar vivo, qual o seu significado, valor e objetivo?
     São perguntas que cedo ou tarde todos nós teremos que nos fazer. É importante perceber que a paz se enraíza numa dimensão sagrada do nosso ser. A paz  não encontra sustentação nos valores do individualismo liberal e separatista que norteiam nossa cultura. Os valores desumanos e egoístas fundamentam a violência e a exclusão, por isso causam infelicidade, medo, dominação e injustiça.
Então o que fazer para construir a paz?
Quais os valores que devem nortear uma cultura de paz?
     Para vivermos a paz e em paz é preciso ir além dos limites do imediatismo e da ética individualista que permeia a sociedade mundial. Esses valores egocêntricos  alicerçam uma visão destorcida  do mundo, das relações familiares, do trabalho, da sociedade, e da natureza. A paz é construída passo a passo, palavra a palavra,com gestos amorosos de mãos espalmadas e desarmadas diante da existência.
     É inegável que estamos sendo forçados a refletir sobre o fato de que nosso tempo é agora e que precisamos andar juntos com passos determinados em direção à paz. Esse é o caminho que nossas almas nos incentivam a trilhar se quisermos subsistir como espécie. Para isso temos que questionar nosso próprio comportamento, valores, prioridades e atitudes. Nossos conflitos internos geram conflitos externos; conforme vamos apaziguando nossos medos, raivas, mágoas e frustrações vamos pouco a pouco nos tornando agentes de paz. Trata-se de uma pratica cotidiana e constante que transforma confrontos em encontros e descortina novos horizontes corrigindo rotas e modos de pensar, sentir e agir.
     Paz não significa apenas ausência de guerras e conflitos entre nações, nem momentos de calmaria emocional individual. A paz é um estado de consciência, o patamar de onde partimos para libertarmos nossa mente aprisionada a si mesma pelos fios dos medos e dos desejos não realizados e ansiados.
     O alicerce da paz é o desapego dos condicionamentos familiares e culturais, também é importante saber por limites aos desejos. Para isso precisamos aprender a abrir mão, a oferecer o resultado das nossas ações a dinâmica da vida e nos livrarmos das amarras das expectativas.  À medida que conseguimos abrir mão de hábitos e conceitos arraigados permitimos que as transformações aconteçam, e de modo geral nossa percepção e nossas capacidades progridem.
     A paz começa em nós e conosco. Não bastam discursos e intenções de construir a paz, é preciso saber que a paz é um compromisso amoroso da alma individual com as outras almas. É preciso descobrir a importância de ser humano, unindo o homem natural ao homem intelectual e espiritual. 
     A Paz se constrói mediante a aceitação da pluralidade racial, cultural e religiosa para que possamos resgatar pelo coração o verdadeiro significado de liberdade, igualdade e fraternidade. Sem os valores humanos qualquer discurso sobre a paz torna-se um discurso vazio. Na construção da paz, os valores humanos e os direitos humanos caminham juntos. Os direitos humanos seriam naturalmente respeitados se vivêssemos os valores humanos no cotidiano, então seguramente a paz reinaria soberana.
     Todos nós somos escolhidos para essa tarefa embora muitos não aceitem a escolha e se recusem a participar da construção de uma cultura de paz. É preciso acreditar na nossa capacidade de sermos pacíficos e pacificadores. Um mundo melhor e um modo de vida mais condizente com as aspirações legítimas do nosso ser subjaz na nossa própria consciência e é nela que reside a solução. Estamos perplexos diante da complexidade do momento civilizatório, mas como dizia Martinho Lutero: “O homem nunca voa tão alto como quando não sabe para onde está indo”.
     É  preciso acreditar na nossa capacidade de sermos pacíficos e pacificadores. Podemos viver e promover a paz a partir do amor fraterno e criar uma inovadora maneira de ver as diferenças e oferecer ao mundo nossa peculiaridade como contribuição para o enriquecimento da unidade na diversidade.

Essa Vida se torna cada vez mais estranha....rsrsr

Novo livro de Carlos Henrique Schroeder, As certezas e as palavras nos faz parar um pouco diante da vida prosaica de qualquer um e de todos.

A Vida funciona`` pergunta o narrador de o tempo que resta.``N'ao, sempre estaraaaaa rsrs ele mesmo responde, ou seja a narrativa cria espa;os do risco que eh a propria vida.
O que deve ter``, mas o que tem``, a imaginar isso o que pode comecartalvez , o que nao tem cabimento seria certo. Rearmada talvez uma questao por situa;oes, personagens, narradores. Como o proprio livro, recorrencias de dialogos, escrituras e a literatura, Beckett, Shakerpeare, Paul Auster entre outros desta vida ou da morte juntos, com amores, desamores, virtudes ou vicios, que se mantem no ponto como sao, as vezes com grandeza e as vezes nao, cada palvra reconhecidas como tempos incertos, descabidos pela a;ao que nos leva do lugar comum.
Enche o tempo de coisas, de dias,de livros, palavras, narrativas, imagens de ausencias, esta eh uma linha tensa em que a certezas e as palavras, afetam estes impasses de vaziooooooo... uma furiaaa.....mas tbm uma delicadezaaa... nosso tempo presente se veeeee`` de repente nesse espa;o intenso repletoooo de sentidossssssss...``

Muito boa essa maneira de cada um saber qual narrativa seguir conforme sua interpreta;'ao ou nao , formando quem sabe mais um sentido de cada um de nos sabermos o que querermoss daqui para frente, boa leitura bjoss